Sua ausência me enfraquece,
me derruba.
Fecho os olhos, aspiro o ar;
escapo à realidade.
Agarrado à cruz em busca de redenção:
desespero que se assoma.
Exilado num leito frio,
pulsos cortados, alfinetes na garganta,
sombras que tento tocar
e um espelho que nada reflete.
Busco novamente, mas...
Não, você não está aqui.
sexta-feira, 17 de outubro de 2008
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