quinta-feira, 13 de agosto de 2009
terça-feira, 14 de julho de 2009
segunda-feira, 23 de março de 2009
quarta-feira, 11 de março de 2009
quarta-feira, 25 de fevereiro de 2009
quinta-feira, 19 de fevereiro de 2009
“Just when everything's in order and good, things fall apart
Just when life should be resolving I'm back at the beginning,
And it comes back to the heart...
I'm not really sad... I'm not running, I'm looking...
Did I tell you I've saved all your letters and cards...
There's just nothing left for me to do here but unhook the stars ...”
Just when life should be resolving I'm back at the beginning,
And it comes back to the heart...
I'm not really sad... I'm not running, I'm looking...
Did I tell you I've saved all your letters and cards...
There's just nothing left for me to do here but unhook the stars ...”
sexta-feira, 13 de fevereiro de 2009
sábado, 7 de fevereiro de 2009
quinta-feira, 29 de janeiro de 2009
sábado, 17 de janeiro de 2009
Saudade
[...]
Saudade triste do passado,
saudade gloriosa do futuro,
saudade de todos os presentes
vividos fora de mim!...
Pressa!...
Ânsia voraz de me fazer em muitos,
fome angustiosa da fusão de tudo,
sede da volta final
da grande experiência:
uma só alma em um só corpo,
uma só alma-corpo,
um só,
um!...
Como quem fecha numa gota
o Oceano,
afogado no fundo de si mesmo...
Guimarães Rosa
[...]
Saudade triste do passado,
saudade gloriosa do futuro,
saudade de todos os presentes
vividos fora de mim!...
Pressa!...
Ânsia voraz de me fazer em muitos,
fome angustiosa da fusão de tudo,
sede da volta final
da grande experiência:
uma só alma em um só corpo,
uma só alma-corpo,
um só,
um!...
Como quem fecha numa gota
o Oceano,
afogado no fundo de si mesmo...
Guimarães Rosa
segunda-feira, 22 de dezembro de 2008
sexta-feira, 12 de dezembro de 2008
quinta-feira, 11 de dezembro de 2008
terça-feira, 9 de dezembro de 2008
Epígrafe
Sou bem-nascido. Menino,
Fui, como os demais, feliz.
Depois, veio o mau destino
E fez de mim o que quis.
Veio o mau gênio da vida,
Rompeu em meu coração,
Levou tudo de vencida,
Rugiu como um furacão,
Turbou, partiu, abateu,
Queimou sem razão nem dó -
Ah, que dor!
Magoado e só,
- Só - meu coração ardeu:
Ardeu em gritos dementes
Na sua paixão sombria...
E dessas horas ardentes
Ficou esta cinza fria.
- Esta pouca cinza fria.
Manuel Bandeira
Fui, como os demais, feliz.
Depois, veio o mau destino
E fez de mim o que quis.
Veio o mau gênio da vida,
Rompeu em meu coração,
Levou tudo de vencida,
Rugiu como um furacão,
Turbou, partiu, abateu,
Queimou sem razão nem dó -
Ah, que dor!
Magoado e só,
- Só - meu coração ardeu:
Ardeu em gritos dementes
Na sua paixão sombria...
E dessas horas ardentes
Ficou esta cinza fria.
- Esta pouca cinza fria.
Manuel Bandeira
quinta-feira, 4 de dezembro de 2008
terça-feira, 2 de dezembro de 2008
segunda-feira, 1 de dezembro de 2008
sexta-feira, 28 de novembro de 2008
quarta-feira, 26 de novembro de 2008
terça-feira, 25 de novembro de 2008
quarta-feira, 19 de novembro de 2008
terça-feira, 18 de novembro de 2008
Vem me faz rodopiar embriagado de vertigem
Vem que a dor que a tua mão me causa é uma bênção
Vem me libertar da minha própria tirania
Vem que eu te imploro esse alento
Vai que a flor escura desse amor nasce do medo
Foge pra eu te buscar, me oferece resistência
Quero ver minha loucura faiscando no teu olho
[...]
Vanessa Bumagny
Vem que a dor que a tua mão me causa é uma bênção
Vem me libertar da minha própria tirania
Vem que eu te imploro esse alento
Vai que a flor escura desse amor nasce do medo
Foge pra eu te buscar, me oferece resistência
Quero ver minha loucura faiscando no teu olho
[...]
Vanessa Bumagny
terça-feira, 11 de novembro de 2008
segunda-feira, 3 de novembro de 2008
sexta-feira, 24 de outubro de 2008
quarta-feira, 22 de outubro de 2008
sexta-feira, 17 de outubro de 2008
Por algum momento
Sua ausência me enfraquece,
me derruba.
Fecho os olhos, aspiro o ar;
escapo à realidade.
Agarrado à cruz em busca de redenção:
desespero que se assoma.
Exilado num leito frio,
pulsos cortados, alfinetes na garganta,
sombras que tento tocar
e um espelho que nada reflete.
Busco novamente, mas...
Não, você não está aqui.
me derruba.
Fecho os olhos, aspiro o ar;
escapo à realidade.
Agarrado à cruz em busca de redenção:
desespero que se assoma.
Exilado num leito frio,
pulsos cortados, alfinetes na garganta,
sombras que tento tocar
e um espelho que nada reflete.
Busco novamente, mas...
Não, você não está aqui.
terça-feira, 14 de outubro de 2008
segunda-feira, 13 de outubro de 2008
Vulnerável
Cortinas fechadas, um toque.
Simples desejo que cresce,
corrói, consome.
Nada mais faz sentido.
Caçador se torna caça.
Doses de veneno
para uma morte suave.
Libido sobre a pele,
ardor que apraz.
Claridade ausente,
entrego-me total.
Simples desejo que cresce,
corrói, consome.
Nada mais faz sentido.
Caçador se torna caça.
Doses de veneno
para uma morte suave.
Libido sobre a pele,
ardor que apraz.
Claridade ausente,
entrego-me total.
sexta-feira, 10 de outubro de 2008
quinta-feira, 9 de outubro de 2008
quarta-feira, 8 de outubro de 2008
“Uma das formas mais enfadonhas de morrer é pelo estômago. Dizer isso é engraçado de certa forma, porque sempre ouvi que um homem se prende pelo estômago. Quando o mal começa pela cabeça ou pelos pulmões logo ataca as demais funções do corpo. Com o estômago é diferente. O enfermo permanece em diarréia constante. Conheci pessoas que ficaram até um ano neste estado.”
Mario Bellatin
Mario Bellatin
Pela metade
Tantos desejos confessos em castidade
e nos portamos como estátuas, anônimos.
Se vai e meu mundo treme.
Fico pela metade, ausente em mim mesmo.
Em espaços vazios, com vontade de me cortar,
de me machucar – simples disfarces em idéias suicidas.
Vivo e não-vivo; morto e não-morto.
Pó de pó.
e nos portamos como estátuas, anônimos.
Se vai e meu mundo treme.
Fico pela metade, ausente em mim mesmo.
Em espaços vazios, com vontade de me cortar,
de me machucar – simples disfarces em idéias suicidas.
Vivo e não-vivo; morto e não-morto.
Pó de pó.
terça-feira, 7 de outubro de 2008
Con mis manos
“Cuando estás
Ya no están los demás
Cuando te vas
Tengo ganas de llorar
Perdido en el sillón de mi cuarto pienso en ti con mis manos
¿Qué hacer?
No tengo ganas de salir
¿Por qué?
Siempre tienes que huir
Perdido en el sillón de mi cuarto pienso en ti con mis manos
Una y otra vez dulce barbaridad
No pienso llorar
De eso ya me cansé
Hoy voy a chillar
Voy a andar con mis pies
Otra vez
E echo comida para dos
Otra vez
me ha parecido oír tu voz
Otra vez
Empiezo a deslizarme en el sillón para la imaginación
Te pienso
Rodeándome te siento”
Bebe
Ya no están los demás
Cuando te vas
Tengo ganas de llorar
Perdido en el sillón de mi cuarto pienso en ti con mis manos
¿Qué hacer?
No tengo ganas de salir
¿Por qué?
Siempre tienes que huir
Perdido en el sillón de mi cuarto pienso en ti con mis manos
Una y otra vez dulce barbaridad
No pienso llorar
De eso ya me cansé
Hoy voy a chillar
Voy a andar con mis pies
Otra vez
E echo comida para dos
Otra vez
me ha parecido oír tu voz
Otra vez
Empiezo a deslizarme en el sillón para la imaginación
Te pienso
Rodeándome te siento”
Bebe
segunda-feira, 6 de outubro de 2008
¿Qué es poesía?
¿Qué es poesía? - dices mientras clavas
en mi pupila tu pupila azul.
¿Qué es poesía? ¿Y tú me lo preguntas?
Poesía... eres tú.
en mi pupila tu pupila azul.
¿Qué es poesía? ¿Y tú me lo preguntas?
Poesía... eres tú.
Gustavo Adolfo Bécquer
sexta-feira, 3 de outubro de 2008
Aprendizado
"Do mesmo modo que te abriste à alegria
abre-te agora ao sofrimento
que é fruto dela
e seu avesso ardente.
Do mesmo modo
que da alegria foste
ao fundo
e te perdeste nela
e te achaste
nessa perda
deixa que a dor se exerça agora
sem mentiras
nem desculpas
e em tua carne vaporize
toda ilusão
que a vida só consome
o que a alimenta."
Ferreira Gullar
abre-te agora ao sofrimento
que é fruto dela
e seu avesso ardente.
Do mesmo modo
que da alegria foste
ao fundo
e te perdeste nela
e te achaste
nessa perda
deixa que a dor se exerça agora
sem mentiras
nem desculpas
e em tua carne vaporize
toda ilusão
que a vida só consome
o que a alimenta."
Ferreira Gullar
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“Perdi-me dentro de mim



